July, 2009


13
Jul 09

The Pen story

Depois de ver esse vídeo, minha vontade foi de pegar todas as minhas câmeras e fotografar sem parar.

Vídeo em comemoração dos 50 anos de lançamento da Olympus Pen. De acordo com o André, para a produção do vídeo acima, foram tiradas 60.000 fotografias, 9.600 impressões, além de outras 1.800 réplicas de fotos. Edição linda, linda.

Não tenho uma Pen, clássica da Olympus, mas tive uma digital (D425) e ainda tenho uma Trip 35, tão clássica quanto a Pen.

A Olympus tem um papel fundamental na minha formação, pois foi com a D425 que voltei a fotografar e com a qual eu descobri como essa parada é alucinante e apaixonante.

Quanto mais fotografo, mais cresce em mim a vontade de fotografar. Dia desses numa conversa com meu irmão, eu falava sobre isso. As pessoas me perguntam por que eu fotografo tanto, e tudo. Eu simplesmente não sei, apenas fotografo. E de vez em quando, pego algumas, antigas ou não, e muito do que aparentemente me parece banal, muda completamente de significado. Cenas urbanas, pessoas, momentos. Qualquer coisa, qualquer mesmo, se torna muito maior do que realmente é.

O porquê eu não sei. Acho que nem sei se quero saber.

Apenas fotografo.


13
Jul 09

Flowers in the window

Flowers in the window [ Travis ]

“I cant even begin to describe how much I enjoy this photograph. The creme coloured background, the two windows with curtains and flowers.. The one thing that maybe could bring this up anymore would be if the flowers were yellow or white instead of red.

Anyway, great photograph. A favourite.”

Holger Eileby, I Like it Simple, agora à tarde, no Flickr.

Fico feliz quando rolam uns comments assim. A foto foi um registro em Mariana, no último fim de semana. Depois posto mais algumas aqui.

Essa aí me lembrou uma música da banda escocesa Travis: Flowers in the Window. Ouvi Travis durante muito tempo. Durante a adolescência. A baladinha é boa, mas adocicada demais pra mim, hoje. Letra e música.

De qualquer forma, vale a audição. Segue aqui, ó.


7
Jul 09

Uma luz que simplesmente não existe

Windows

“Era fim de tarde, começo de noite. Logo depois do sol baixar no horizonte, as sombras desaparecem por alguns segundos e o mundo é envolvido numa luz que simplesmente não existe.”

Trecho do fotográfico romance Lisboa, de J.R. Duran, que ganhei de um amigo ontem. Pequenino. Cem páginas apenas. Pra ler de uma sentada só.

O livro é a história de um nômade contemporâneo, que entre viagens de avião e estadias curtas em hotéis pelo mundo, acaba se envolvendo numa trama de sexo, traição e morte. Clichezão total. Mas, o estilo valeu a leitura. Narração extremamente visual. Não poderia ser diferente, óbvio.

Se não me engano é o primeiro e único romance dele. Até fiquei surpreso quando recebi de presente.

Enfim, a frase que abre o post valeu o livro inteiro. Em outros momentos, as descrições são verdadeiras fotografias do Duran. Belíssimas. Mas, essa observação sobre a luz, putz.

Lê aí.


5
Jul 09

Relax, babies

Lene
Lene, facul, planejamento, 8 e 5 da noite.

Marcela
Marcella, facul, planejamento, 8 e 5 da noite.

Vânia
Vânia, facul, planejamento, 7 e 17 da noite.

Stefânia
Stefânia, facul, planejamento, 8 e 4 da noite.

Maíra
Maíra, facul, planejamento, 8 e 4 da noite.