em um dia qualquer:
Quando as pessoas sabem para onde ir, elas caminham; quando não sabem, correm.
em um dia qualquer:
Quando as pessoas sabem para onde ir, elas caminham; quando não sabem, correm.
“Há fortes indicações de que estamos a ponto de criar um tipo de sociedade em que ficará quase impossível ter um pensamento com mais do que alguns centímetros de extensão.”
Thomas Hylland Eriksen, Tyranny of the Moment: Fast and Slow Time in the Information Age, (2001), p. 2 e 3.
Yes!
Disponibilizei meu trabalho de conclusão de curso, num blog paralelo à esse. Pra conferir nossos estudos e análises sobre o comportamento ddo hiperconsumidor, conexões simbólicas e etceteras, clica aqui.
Vai na fé. Vale a pena.
Pra mim, valeu! :)
Sessão de fotos com DAN Calixto, realizada ontem na Calypso Grill & Choperia. Fotos pra divulgação do lançamento de seu primeiro CD e produção de material de divulgação.
Fácil fotografar esse cara. Muito fácil. :)
Enjoy.
bora começar o revival 90′s, né?
tracklistizinha respeitável, senhoras e senhores. eu tava com saudade de ouvir e… foi. :)
surf music responsa.
abs e obrigado.
enjoy.
Man or Astro-man?
Popcorn Crabula
Reverb 10000
Mermaid Love
Planet Collision
In Brazil
Theme from Eeviac
The Miracle Of Genuine Pyrex
Spferic Waves
Hoje na ida pro trabalho rolou uma parada DEVERAS interessante.
Como de PRAXE, pego o BUS para o trabalho as sete e meia da manhã. Hoje, diferentemente dos demais DAYS OF MY LIFE, ele estava abarrotado. Alguns lugares vazios na frente e no corredor.
Prefiro as janelas.
Prossegui com a minha saga em encontrar uma vaga confortável. Pior que vaga de estacionamento, é encontrar vaga em ônibus lotado. Enfim, ao fim do corredor, descobri que aquele era o FIM DO CORREDOR.
Havia, então, um espaço entre uma jovem senhora, seu pimpolho e uma moça gordinha. A mocinha (mistura de moça com gordinha, neste contexto) lia um livro espírita ou similar. Quando estacionei ao seu lado, ela guardou sua espiritualidade na bolsa.
(Havia mais um espaço. Na verdade eram CINCO lugares, três pessoas e um garoto, que, muito sapeca, ocupava DOIS deles com seu imenso CHASSI DE GRILO.)
Me senti ACANHADO, um pouco pela ausência de espaço, um pouco pelo fato que EU seria um incômodo.
Eu acabava de matar uma GUIMBA de paiêro pouco antes de me ADENTRAR no carro. ENTONCES, todos sabem que CATINGA de cigarro é foda. (paiêro = CATINGAx10)
(Sempre me incomodo com a possibilidade de que eu posso incomodar alguém. Gosto disso.)
No chacoalhar caracteristico das traseiras dos BUSES (similar a um ass shacking) seguimos viagem. Me transportei pralgum universo paralelo, com a ajuda do meu inseparável MP4. Fones, música. Enfim, paraíso.
Primeira parada: rodoviária. Embarcaram senhores. Um deles numa vibe USAINBOLTIANA de fazer inveja a qualquer RUNNER afro-descendente. Com toda a sabedoria de um MATUSALÉM contemporâneo, aproveitou a condição estática do veículo em questão, para realizar sua performance e evitar possíveis quedas.
O segundo senhor, a la dança da cadeira, pegou o primeiro lugar que viu. O terceiro, tomou de assalto o que era ocupado pela metade gigantesca do CHASSI DE GRILO – pimpolho muito sapeca, filho da jovem senhora introduzida aqui interiormente.
Rolou um OPA entre as partes. Eu e vovô.
No gostoso ASS SHACKING automotivo, seguimos viagem. Chassi, jovem senhora, vovô, eu e a gordinha com sua espiritualidade ENCLAUSURADA.
Na PRAXIS do transporte coletivo, rola uma pequeno campeonato para ver quem desce primeiro. Um empurra-empurra divertido, uma avalanche de gentilezas.
Com alguns lugares disponíveis, o vovô do OPA resmungou algumas coisas e tentou se ALOCAR numa posição geograficamente mais confortável. Levantou-se e foi em direção à terceira fila de cadeiras. Uma TIA DIRETORA de uma escola local, tomou a frente do vovô e sentou-se.
Percebi pitadas de INDIGNAÇÃO e ÓDIO nos olhos daquele homem.
Ainda de pé, ao lado do seu objetivo e eis que a TIA diretora OBSTRUI a passagem de nosso quase herói.
Vencendo todos os seus demônios, abaixou a cabeça e voltou à ESTACA ZERO.
Eis que senta, e me diz: “Só me restou voltar pra cá. Esse povo não liga pra velho mesmo. A gente é muito excluído, sabe?”. Respondi, compartilhando alguns de seus demônios, numa furiosa e explosiva raiva: “É, sei.” E ele: “Mas, quer saber? Nâo ligo. Ainda to muito esperto, ando pra todo lado. To com 75 e ainda por cima criei 10 filhos.” Eu: “Uai, nem parece! Tá bem, hein!!!” Ele: “Sabe o que eu mais me orgulho nisso tudo?” Eu: “Não.” Ele: “Criei 10 filhos, e nenhum deles NUNCA FUMOU!”. Eu: “Pois é, isso é muito bão!”
Depois disso ele ainda contou algumas histórias. Nada relevante.
Chegamos ao local de APEIO do nosso quase herói, quando ele se levantou e disse: “DEZ FILHOS e nenhum deles fuma e NUNCA FUMOU!”
Pensei nisso a viagem toda.
Acho que isso é um sinal, pensei.
É um sinal.
Desci.
para escrever um romance, ou, o que quer que seja.
1. Nunca comece um livro falando sobre o tempo.
2. Evite prólogos.
3. Nunca use nenhum verbo para carregar o diálogo que não seja “dizer” (tipo, “ele disse” em vez de “ele justificou”, “afirmou”, “disparou” etc.)
4. Nunca use um advérbio junto com “disse” (como em “disse ele seriamente”).
5. Mantenha seus pontos de exclamação sobre controle.
6. Nunca use as palavras “suddenly” ou “all hell broke loose”.
7. Use pouco gírias e dialetos regionais.
8. Evite descrições detalhadas de personagens.
9. Não detalhe muito coisas e lugares.
10. Tente deixar de fora a parte que os leitores tendem a pular.
e uma de brinde.
“Se soa como algo escrito, eu reescrevo. E se a gramática está atrapalhando, passe por cima dela. Não posso permitir que o que aprendi na escola atrapalhe o som e o ritmo da narrativa. É minha tentativa de permanecer invisível e não distrair o leitor da história com um texto óbvio. Como dizia Joseph Conrad, as palavras não podem bloquear o que você tem a dizer”.
O horário de verão é uma faca de dois gumes.
Por um lado, eu suo como um porco na minha longa jornada de 3kms, a pé, na volta pra casa, entre as 17 e 17h30.
Por outro, posso admirar as nuances crepusculares pela janela da van, entre as 18 e 19hrs, durante os 45 kms que estão entre o aconchego do lar e o ócio acadêmico que reina no último período do curso.
Eu nunca vi um porco suar, mas a expressão é interessante.
Enfim, eu gosto do horário de verão.
A ausência de atividades acadêmicas tem sido presente nestes últimos meses.
Fico feliz por dois motivos:
1) gastar mais energia com questões realmente importantes para a minha existência.
2) ler e escrever.
4) pensar no que fazer.
8) fazer.
Yep. Apesar de listar 5 itens, apenas dois deles realmente me deixam feliz.
Adivinhe quais são aí :)
Epsar da pequena introdução, este é um post que tem como único objetivo testar a tag blink. Descobri recentente e confesso, ri como nunca. Pensei: vou escrever alguma coisa no blog dentro desta tag, rah!
Pode parecer idiota. Mas sim, eu ri.