a pequena negra prega peça,
não nega a raça e ri à beça.
com alegria de encher balão,
não há nada que ela não peça.
o pai pega e diz que não.
ela faz bico, chora, e barulha feito trovão,
bate o pé na terra, berra e faz buraco no chão.
o pai de novo nega e faz cara turrão.
os pequenos olhos se molham,
o pai vê e amolece o coração,
pensa de novo, resmunga,
não consegue dizer não.
a eterna briga entre pai e filha
termina com o ar de Victória,
e agora, com o olho que brilha,
da pequena negra que prega peça…
esses versos são antigos. Eu não tinha previsto isso pro legenda, como fiz pro aleatoria. Acho que é o único que tem texto pronto. Se você já leu, dê um desconto. Vou providenciar outro rapidão.
