pra ver


5
Feb 11

merz.

Usonate, Kurt Schwitters. 1922-1932.

E aqui, trecho de uma versão do mesmo poema, interpretado em 2005 por Jaap Blonk. A performance do poema de Kurt Schwitters é potencializada por um telão, que dispara as legendas, de diversas formas, formatos e direções, em tempo real, através de um sistema de reconhecimento de voz, revelando assim outras dimensões da estrutura do poema.

Alguns poemas de Kurt.


4
Feb 11

poemes phonetiques, historische lautgedichte (1918).

Raoul Hausmann


4
Feb 11

karawane (1917).

Hugo Ball.


4
Feb 11

olho de peixe caseira ou diy fisheye.

Há tempos recebi um vídeo no twitter, com um tutorial bem simples, ensinando a transformar a lente de uma cybershot numa fisheye. Muito bacana. Dia desses me lembrei disso e resolvi testar para ver os resultados. Comprei o acessório por R$4 numa casa de materiais para construção. Tentei a adaptação na cyber, sem sucesso. Como já tava com a mão na massa, sem pensar ou pesquisar muito, resolvi tentar na minha DSLR. Vi que dava foco e o efeito que eu queria, mas o desafio, então, era manter o olho-mágico diante da lente.

Com uma pequena placa de borracha e fita adesiva, consegui montar essa geringonça.

Ficou feiosa, sim, mas trabalhou bem.

Ok, mas ainda não era um lance prático de se usar. Durante essa semana procurei uma placa de borracha com espessura maior, pra se encaixar na parte interna do parasol. Perfurei o círculo de borracha e inseri o olho. É preciso cuidado ao aplicar o parasol na lente, pra que não corra o risco do tubo de metal do olho mágico, arranhar a lente. E ainda, esse tubo é solto, vc o desenrosca e há mais uns 3/4 milímetros até a lente. Eu o serrei pra que a lente da câmera ficasse o mais próximo possível do olho.

Depois da adaptação, só colocar a lente na cam e se divertir. Confere aí as que eu tenho feito

Você encontra vários outros projetos no google, aqui, e no youtube, aqui. Há diversas maneiras de se fazer. Alguns usaram lentes de retroprojetores, outros lentes de óculos, e o mais popular, este aí que eu fiz, com o olho mágico, que tbem possui muitas variações: preso no parasol, com fitas adesivas, borrachas – e alguns malucos até furaram a tampa da lente.

Pelo que eu vi nas pesquisas há olho-mágico com diâmetro maior do que esse que usei. Quando encontrar vou produzir outro pra testar e ver se melhoram os resultados. Pra quem não tem essa grana toda, essa aí já quebra um galhão.


2
Feb 11

frederico fellini e milo manara.

Eu até pensei em escrever uma descrição aqui, mas acho que é dispensável. A título e a capa já dizem tudo. Ganhei essa ontem, e antes mesmo de ler, já compartilho com vocês. O Fellini é o Fellini, né; e o Manara, com o perdão da pobre rima, é o cara. Aqui, uma resenha. Prefiro ler primeiro a HQ, mas talvez vc queira saber mais sobre. Enfim…

Pra baixar, só clicar (botão direito, salvar destino como…) aqui.

Cortesia do camarada @PixClown.


30
Jan 11

olho de peixe.

Quem não tem cão, caça com gato. É o que dizem por aí.

A imagem foi feita com uma adaptação que fiz no parasol de uma lente minha. A imagem da gambiarra, vc vê aqui. Não custou mais do que 8 reais, no total. A ferramenta em questão tá feia pra diabos, mas o que vale é o resultado, sempre. Vou aprimorar o esquema (talvez eu até monte um pequeno tutorial. talvez) e logo volto a publicar mais imagens com ela. :D


21
Jan 11

the trip 1973 a.k.a travel.

Uma jovem embarca numa viagem metafísica surreal, através da qual aprenderá a dor e alegria de viver.

Não conhecia o diretor. E ainda não conheço, claro, só vi esta animação. Gostei. Gostei da forma como foi produzido, da simplicidade, das imagens, e do tema – simpatizo com estes lances orientais, mas só em dias úteis. Ainda preciso assistir mais algumas vezes pra assimilar esse monte de símbolos, imagens, etecetera e tal. Quando o vídeo terminou, fui ler a descrição e resolvi traduzir – nas coxas – pra compartilhar com vcs. Não diz muito, mas talvez ajude.

E antes que eu me esqueça, encontrei esta pérola no sensacional e indispensável Coisas do Arco da Velha.

Segue aí o trechinho que está na descrição do vídeo:

De uma entrevista com o autor Kihachiro Kawamoto:

Muitos dizem “eu não entendo isso!”, mas eu sei muito bem o que isso significa. Na primavera de 1968, a URSS invadiu Praga e matou um monte de tchecos. O filme é sobre o Sofrimento da Vida.

Buda diz que a vida é sofrimento, e há quatro sofrimentos básicos: nascimento, doença, envelhecimento e morte. Estes são os quatro maiores sofrimentos na vida de alguém. Além destes, há ainda mais quatro sofrimentos de que Buda fala: conhecer pessoas irritantes, ser separado das pessoas que você ama, não conseguir o que você deseja, e ainda os sofrimentos do corpo e da mente. A fim de se livrar dos sofrimentos, é preciso atingir um estado de “satori” ou iluminação. Este é o tema de “The Trip”/”Travel”.

Todos os oito elementos estão contidos no filme. A protagonista se pergunta se o homem indiano que ela encontra pode ser seu amante de uma vida anterior. Há uma cena em que ela deixa cair uma estátua que está segurando.


16
Jan 11

colagem.

feita com a sobrinha, num domingo qualquer.


16
Jan 11

sandino.

o sandino era o cão da ana. foi ela que disse. nesse dia ele não sabia o que fazer. esquerda ou direita? quadrado ou redondo? claro ou escuro? ah, sandino, se você soubesse o tanto de dúvida que a gente tem nessa vida de gente, você ia ficar até feliz, sabe? não sabe? ô, sandino, desculpa, tá? não queria fazer nascer outra dúvida.


16
Jan 11

cristina.

já era tarde. hora de voltar pra casa. todos os meninos estavam felizes, menos cristina, que havia perdido as sandálias em algum lugar do prédio abandonado onde estavam. cristina sabia o que a esperava. sentia medo. como era inevitável, seguiu seu rumo. no caminho, pensava no sermão que levaria dos pais, da avó, dos tios, principalmente da mãe, muito rígida com ela, capaz até de lhe dar uma surra. já no portão de casa, relutou por alguns instantes. frio na barriga. abriu o portão, não viu ninguém. sentiu um certo alívio. entrou rapidamente em casa e pegou outra sandália. ganharia tempo. quando perguntassem pelo outro par, poderia enganá-los dizendo que estavam em algum lugar da casa, que não sabia, que não era culpa dela, etc. perambulou pela casa e não encontrou ninguém. um vizinho que a viu entrar gritou seu nome. ela foi até o portão onde o rapaz a avisou que seus pais tinham saído às pressas, para levar o avô infartado ao hospital – ele a tranquilizou e disse que poderia ficar em casa, que os pais voltariam logo e haviam pedido para que ela permanecesse ali. cristina volta, liga a tevê e espera. cansada, adormece. seus pais nunca voltaram pra casa.


15
Jan 11

esculturas de água.

Water Sculpture from Shinichi Maruyama on Vimeo.


15
Jan 11

meat love (1989).

Do genial Jan Svankmajer, que tem vários outros trabalhos no youtube.


28
Dec 10

meses atrás.

In Louisville At 7


28
Dec 10

cada um escreve com as canetas que tem.

setembro, bertioga, chuva.


28
Dec 10

november grain.


21
Nov 10

“a fotografia é quase que uma cachaça”.

Sobre o trabalho dos fotógrafos ambulantes no nordeste do Brasil. Impressiona a paixão e dedicação destes caras com a fotografia. Fique ligado no depoimento do fotógrafo lambe-lambe, Chico Alagoano. Emocionante. :-)

Câmara Viajante from Leonardo Pinto Silva on Vimeo.


3
Nov 10

the art of memory.

Blog mais lindo que encontrei nos últimos tempos. Coisa finíssima.


3
Nov 10

and enjoy.

Via.


3
Nov 10

cover lovers.

Aqui.


1
Nov 10

rá.


27
Oct 10

loop.

via @isawwjd


26
Oct 10

sebastian kim.


29
Sep 10

pós-chernobyl.

Clique aqui.


28
Sep 10

revistas gringas pra download.

Neste link você encontra centenas delas. Aqui, você encontra as relacionadas a fotografia e arte. Fiquei impressionado com essa abaixo, chamada Black Square. Um projeto gráfico lindíssimo, além de 224 páginas de fotos de cair o queixo.


27
Sep 10

será?.