e eis que abro meu e-mail de manhã e encontro a mensagem abaixo, enviada por um amigo:
Contar-te-ei uma pequena história para introduzí-lo à viagem…
Num ataque de reminiscência, fui-me ao passado (um dos muitos que tive). Fui parar no extinto Lira Paulista (teatro/abrigo da vanguarda paulistana de 80). Lá surgiram, ensaiavam, viviam, Lingua de Trapo, Rumo, Titãs, Sossega Leão e outros. Outros, como eu, lá iam e ouviam e viam e se locupletavam e conversavam acerca de tudo o que ia.
Entre os mais íntimos estava a galera do Rumo. Entre os que mais convivia: Akira Ueno (baixista), com quem toquei em outro grupo;. Pedro Mourão (com quem tive aula de percussão e teatro); Ciça Tuccori (com quem bebia na casa de um músico amigo chamado Carlos Saraiva, que era sósia do Caetano); e Ná Ozzetti, que foi considerada pela Gal uma das vozes mais bonitas do Brasil e que cheguei a tocar pra ela em um encontro no Parque do Carmo, quando eu tocava com o Bando Flor do Mato. Na bateria do Rumo, Gal Oppido, ex-namorado da minha segunda mulher (Helena): que, por coincidência era fotógrafo e percussionista (que nem qui eu – acho que ela tinha tara por tipos assim). A diferença é que um descendia de vikings e o outro de zulus.
Fui lembrando disso tudo e resolvi procurar algumas músicas e imagens (já o tinha feito antes, mas perdi tudo). Dessa feita fui além e como gostava muito do trabalho do Gal Oppido, proucrei. Aí encontrei esse site. Achei bom e resolvi mandar para você.
Não precisava contar toda essa história, mas como eu tava viajando no passado, achei por bem escrevê-la para não esquecer. De qualquer forma, o cara é muito bom e me lembra muito do seu trabalho.
Pois é, eu fui, visitei, vasculhei todos os links no site do Gal, postei no twitter, adorei e agora compartilho essas maravilhas aqui. Pra visitar o site, aqui e os belíssimos ensaios, você confere aqui. Veja todos!
